Deixei meu companheiro Alvi-negro à vontade neste Bolg na última semana. Mas devo satisfação a nossos 5 leitores, especialmente aos dois seguidores desse periódico.
A vindado Adriano deve ser alardeada, mas não poderia fazer isto aqui na semana entre finais do Carioca, especialmente desse carioca. Sobre os jogos, como falar do desempenho da equipe, da excelência de nossa zaga, da deficiência de nosso ataque(breve solucionada por contratação Imperial) e do nosso meio-campo, quando as laterais chamam tanto a atenção?
A dupla formada por Léo Moura e Marrentinho é a algum tempo o grande destaque da equipe Rubro-Negra. No último clássico mantiveram o destaque de forma oposta (nem tanto no caso do Juan) ao que vinham demonstrando. Léo Moura esteve apático, omisso e displicente. Uma má atuação não deve dar o tom do julgamento a um bom atleta, o que buscamos é a regularidade. Léo Moura saí absolvido. Vejamos o caso do Marrentinho...
Tenho em meu quintal um belo cão batizado de Tyson Reis, filho de um belo boxer e uma Hottweiller igualmente bela. Meu garoto é calmo (embore não goste de crianças, gays, judeus e gente que fala muito, além de um histórico com gatos que assusta um pouco). Enfim, o Tyson é grande, e como outros cães deporte, não saí por aí querendo se afirmar. Já meu vizinho possui um daqueles cachoorrinhos que parecem dobermans em miniatura, não param de latir e rosnar pra quem quer que seja. Uma vez meu pai e meu vizinho saíram para passear com os cães, o marrentinho da casa ao lado se soltou e correu na direção do Tyson, ficou latindo e ameaçando um cão que poderia engoli-lo facilmente. O Tyson simplesmente sentou e ficou olhando a criaturinha espernear, de repente levantou... o bichinho chato saiu em disparada e deixou o dono preocupado em como encontrá-lo, levou mais de duas horas.
Juan agiu como o cachorrinho que é. Um Pinscher que pensa ser um Doberman. Fez um jogo medíocre, sairia perdoado pela regularidade que já apresentou. Decidiu é batedor de faltas, foi em todas, nenhuma que justificasse sua escolha. Mas isso é perdoável, não era um bom dia. Se fosse apenas isso não haveira problema, mas lateral rubro-negro queria deixar claro, não devemos nem mesmo cogitá-lo na Seleção, ele não passa de um muleque! De jogador decisivo a playboyzinho estúpido em apenas uma partida.
A falta sobre o MagoCruel (a torcida do Botafogo estava tão vazia porque eles jogam RPG no domingo...) que (supostamente) tirou o jogador da decisão foi um lance normal de jogo,perfeitamente compreensível e que dificilmente provocaria grande repercurssãi não fosse a criancice que se deu depois. A absoluta falta de respeito demonstrada por Juan deveria colocá-lo fora de campo por meses! Driblar é a essência do futebol! O pior é a cena ser produzida por alguém que deveria saber disso, que em seu jogo seguine tentou desrespeitar o adversários em diversas oportunidades. Juan envergonhou o Manto Sagrado como ninguém antes na História.
Defendo o drible, a deixadinha de bola do Garrincha (vexatório) ou o elástico de Rivelino (desconcertante). Também defendo a provocação, isso é o espetáculo! É Denilson perseguido pelosturcos, é Edmundo rebolando, Edilson fazendo embaixadinha em campo. Não há deboche no futebol, há espetáculo.
domingo, 3 de maio de 2009
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Aplaudo entusiasticamente. Só quero abrir um parênteses, porque deixei de jogar RPG pra ver a vitória (e que vitória! Estou bêbado!) do meu time. Há flamenguistas RPGistas e todos eles se fartaram com o dia de hoje. E Juan rules! Pelo menos na hora de apontar o dedo pra nuca do Maicosuel.
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